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Atitudes para transformação social

Encontro proporcionou espaço para debates e reflexões que contribuem para a construção da civilização do amor.
30/08/2018
Liderança
Encontro proporcionou espaço para debates e reflexões que contribuem para a construção da civilização do amor.

​​​​​​Nossos estudantes que integram os grupos da Pastoral Juvenil Marista (PJM) participaram no dia 25 de agosto do Encontro Anual de Jovens Maristas (EJM), que abordou neste ano o tema Atitude. O evento foi realizado na PUCRS e reuniu aproximadamente 1,6mil adolescentes e jovens para refletir sobre atitudes de transformação social.

Durante todo o dia, acompanhados por educadores do Colégio, os jovens participaram de diversas atividades com o objetivo de pensar e propor atitudes que contribuam com a transformação da realidade do nosso País.

Grupo de jovens da Pastoral Juvenil do Marista Champagnat

De acordo com Natália Caroline, assessora dos grupos em nosso Colégio, a temática abordada pelo EJM foi de extrema importância, uma vez que para conseguir a tão sonhada construção da civilização do amor é preciso uma parada para análise das atitudes que os jovens estão tendo. Foi um momento de reflexão sobre a coerência entre discurso e prática.

Segundo o coordenador de Pastoral da Rede Marista, José Jair Ribeiro, os próprios participantes do evento se mobilizam para oganizar a programação e detalhes da organização do evento. "É visível como os jovens se engajam durante o encontro. Eles têm lugar de fala e podem debater sobre causas muito próprias deles", declara.

De jovens para jovens

O processo participativo se refletiu em todos os aspectos do evento. O cuidado ao meio ambiente, por exemplo, esteve presente desde o início da preparação. A ambientação contemplou materiais recicláveis confeccionados pelos próprios integrantes da PJM. Também não foram utilizadas lonas ou banners, e o uso de plástico foi restrito. Nas refeições, foram priorizados alimentos mais saudáveis, visando diminuir os impactos na natureza.

Entre as atividades de integração, reflexão e celebração realizadas, destacou-se nesta edição uma inspirada nos slams – espécie de “batalha" de versos surgida na década de 80 nos Estados Unidos. Apresentações preparadas pelos próprios participantes serviram como espaço para debate sobre variados assuntos, como racismo, machismo e homofobia.