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Atividades Complementares

Violão

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A Educação Musical 
Quando falamos em experiências com música, na Educação Básica, a primeira imagem que costuma surgir em nosso pensamento é a de um grupo de crianças ou adolescentes repetindo as ações do educador, ou seja, apenas reproduzindo o que lhe é mostrado. O conhecimento do universo sonoro enriquece o repertório cultural dos estudantes quando bem afinado com o processo de ensino e aprendizagem.

Sabemos que os sons, as melodias, as cantigas e até mesmo o silêncio geram diferentes percepções e possibilitam um mundo de descobertas. Por meio da música e das variadas sonoridades presentes no cotidiano, as crianças e jovens se apropriam de valores, significações e símbolos que fazem parte de seus contextos sociais e de suas culturas. Nesse sentido, a prática musical desenvolvida dentro da escola deve ir além das tradicionais repetições de sons e acordes, com atividades que promovam a expressão individual e coletiva, a escuta e a autonomia.

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Sobre o Violão

Assim como o Teclado, desenvolve a aprendizagem de instrumentos por meio do ensino coletivo, a percepção rítmica, melódica e harmônica do estudante, a leitura e escrita musical, a sociabilidade, a criatividade, a capacidade de tocar em conjunto, a possibilidade de improvisar e de aprender a tocar com acompanhamento. No fim do ano, é realizado um espetáculo para que os estudantes possam demonstrar as habilidades adquiridas.


Público da modalidade: do 3º ano do Ensino Fundamental ao Ensino Médio

Música também ajuda no desenvolvimento 
Quem canta seus males espanta? Para os pesquisadores, muito mais do que isso. A música é considerada um apoio para o desenvolvimento motor e cognitivo, algo fundamental a ser trabalhado nas escolas. 
As atividades musicais podem desenvolver a coordenação motora, o raciocínio, a expressividade a sensibilidade e a capacidade de trabalhar em grupo.

“Ao executar atividades de práticas musicais, o cérebro realiza inúmeras sinapses que interagem com diversas seções do campo neural, estimulando a comunicação entre essas áreas – o que contribui para o desenvolvimento de outros componentes curriculares."

– Estêvão Neves (Professor de música do Colégio Marista Rosário e regente da Orquestra Rosariense).

Segundo ele, pesquisadores comprovam a influência desses estímulos com o desenvolvimento da sintaxe linguística e o raciocínio lógico. Sem falar na criação de uma escuta ativa, concentrada.​